Flávio Serri preso junto com ex-prefeito de Fundão

A deputada estadual Janete de Sá (PMN) negou as acusações Flávio Serri, que foi preso na terça-feira, dia 21, junto com o ex-prefeito de Fundão Anderson Pedroni (PSD) e um empresário que não foi identificado.

Por Redação Jornal da Serra

Compartilhe:
  • Facebook
  • Twitter
  • Linkedin
  • Pinterest
  • WhatsApp
  • Telegram

Janete de Sá nega acusações de Flavio Serri

A deputada estadual Janete de Sá (PMN) negou as acusações Flávio Serri, que foi preso na terça-feira, dia 21, junto com o ex-prefeito de Fundão Anderson Pedroni (PSD) e um empresário que não foi identificado.

Flávio Serri é presidente do PSD na Serra, coordenador de Controle Interno da Câmara da Serra nas duas gestões da vereadora Nedia Maura Pimentel (PSD) presidente da Câmara Municipal da Serra (CMS).

Flávio Serri foi secretário de Turismo Esporte e Lazer (Setur) na primeira gestão do prefeito Audifax Barcelos (Rede), na época por varias vezes foi alvo de denúncias por parte da diretoria do Conselho Municipal de Turismo da Serra (Comtur), estas denúncias foram publicadas nas páginas do Jornal da Serra, até que um dia Flávio Serri deixou o cargo na Prefeitura da Serra e se envolveu na gestão de Nédia Maura Pimentel.

Os três são acusados de corrupção. Após a soltura na quarta-feira, dia 22, Flávio Serri esteve falando com a imprensa e disse que o fato teve caráter político, e quem estaria por traz seria a deputada estadual Janete de Sá (PMN) que negou as acusações.

Leia também:  Pix e PicPay para pagar a recarga do cartão do Transcol

Os três são acusados de oferecer propina, para os vereadores do município de Fundão, para revogar o decreto legislativo numero 001 de 2015, que reprova as contas de Anderson Pedroni no ano de 2011, quando era o prefeito de Fundão. O que daria a Anderson Pedroni poder de assumir a Prefeitura por ter sido o mais votado nas eleições de 2016.

Segundo Serri. “O que a denúncia sustenta é de que estávamos comprando vereadores para votar um decreto que revogava a desaprovação das contas do Anderson”, e para Ele e porque a deputada Janete de Sá tem entre seus assessores um ex-vereador que disputou as eleições, sendo derrotado por Anderson. “Assim, querem a realização de um novo pleito e esse seria o objetivo do grupo da deputada Janete de Sá”, contou.

“A deputada Janete de Sá participou da manobra, tinha informações antecipadas sobre a ação e compactuou com a brutalidade”, disse.

Depois Flávio informou que conseguiu habeas-corpus, um pelo Fórum da Serra e outro do Tribunal de Justiça. “Não existe nenhuma prova que aponte para um crime. Nenhuma das gravações que pudemos verificar nos autos tem indício de crime, que sustente uma prisão”, continuou.

Leia também:  Homenagem a empresários que se destacam nas áreas da educação e da saúde

Serri, que é presidente municipal do PSD, disse que pediu espaço na Tribuna Livre da Câmara da Serra para esclarecer os fatos.

“Só vi isso na ditadura militar, nos livros de história. Um movimento político legítimo arbitrariamente punido por força de polícia. Sofri esta ação por divergir com os interesses de um grupo que por anos assaltou o município e que quer desconstruir a figura do Anderson”, acrescentou.

Deputada nega qualquer envolvimento

Janete de Sá informou que um dos seus assessores, Adriano Ramos, disputou as eleições em 2016 e que já atuou como vereador na cidade. “Ele foi o candidato a prefeito do meu partido. É uma pessoa que tem emprego, que foi o vereador mais votado e é filho de Fundão, colocou o nome à disposição, diante do nível de sua candidatura. O que mais o constrangia é que o Anderson passou a posar de vítima, passando a dizer para a população que o Adriano o estava perseguindo. Não foi Adriano que articulou a reprovação das contas, foi o Tribunal de Contas do Estado (TCES) e a Câmara de Vereadores de Fundão. Alertamos a população, que foi induzida ao erro”, disse.

Leia também:  Vereadores de Colatina fazem denúncia no TCE, MPES e reagem

Para a deputada, a policia pedir as prisões é um fato.  “Ouviram depoimentos após escutas telefônicas, determinadas pela Justiça, que constataram que o prefeito tentou comprar vereadores. O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) está definindo que haverá outra eleição. Não tenho pessoas ligadas à Polícia Civil, e o Nuroc é um núcleo sério. Quem perde com este escândalo é a população de Fundão”, concluiu.

Compartilhe:
  • Facebook
  • Twitter
  • Linkedin
  • Pinterest
  • WhatsApp
  • Telegram

Possui dúvidas sobre o site, critícas ou sugestões? Fale conosco!

Patrocinado

Pesquise em Notícias

Se você não encontrou o que busca em, tente fazer uma pesquisa abaixo.