Vale avança em obras de controle ambiental.

A Vale concluiu esta semana mais uma obra prevista em seu Plano Diretor Ambiental para reduzir a emissão de poeira na Unidade Tubarão. A Vale concluiu esta semana mais uma obra prevista em seu Plano Diretor Ambiental para reduzir a emissão de poeira na Unidade Tubarão. Trata-se do fechamento do pátio de estocagem temporária de […]

Por Adwalter Brunow

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vale avanca em obras de controle ambiental

A Vale concluiu esta semana mais uma obra prevista em seu Plano Diretor Ambiental para reduzir a emissão de poeira na Unidade Tubarão.

A Vale concluiu esta semana mais uma obra prevista em seu Plano Diretor Ambiental para reduzir a emissão de poeira na Unidade Tubarão. Trata-se do fechamento do pátio de estocagem temporária de pelotas da ‘Usina 8’, onde são movimentadas aproximadamente 200 mil toneladas de pelotas por ano, que passa a ter um galpão com uma área de cerca de 4 mil metros quadrados (m²). Na mesma usina, o pátio de insumos, com 8 mil m² de área, já havia sido fechado em 2019.

Outras áreas também serão fechadas. Estão em fase de contratação as obras para fechamento dos pátios de estocagem temporária das Usinas 5 a 6 e da Usina 7, cada um com 2 mil m² de área e capacidade para movimentar cerca de 200 mil toneladas de pelotas por ano.

Os cinco viradores de vagões, que recebem todo o minério de ferro que vem de Minas Gerais, também receberão uma estrutura de fechamento. O projeto para a área de 7 mil m² está em fase final de desenvolvimento e prevê estruturas metálicas que podem chegar a até 28 metros de altura.

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As obras do fechamento da principal correia transportadora da rota de embarque responsável pela alimentação dos píeres I e II, por onde são exportados todo o minério e pelotas de Tubarão, estão em andamento.

Também estão sendo iniciadas as obras de instalação de novas ‘wind fences’, que funcionam como barreiras, reduzindo a velocidade do vento nos pátios de estocagem. Serão quatro novas wind fences com extensão total de aproximadamente 6 km de telas. Dessa forma, a empresa passará a contar com 10 pátios cercados com 16 km de extensão de telas.

Nos pátios de pelotas das Usinas 5 a 7 e da Usina 8, serão instalados mais canhões de névoa, iguais aos já instalados no pátio de pelotas das Usinas 1 a 4. Os canhões lançam microbolhas de água sobre as pilhas de pelotas. Serão ao todo 11 novos canhões nesses dois pátios, sendo seis no pátio das Usinas 5 a 7 e cinco no pátio da Usina 8. Atualmente, está em andamento o processo de compra dos equipamentos.

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Essas e outras intervenções previstas atendem às recomendações do Plano de Metas da Companhia Ambiental de São Paulo (Cetesb), do Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema) e dos Ministérios Públicos Estadual e Federal, e estão inseridas no novo Termo de Compromisso Ambiental, focado em tratar as fontes de emissões difusas provenientes da movimentação de produtos em pátios, correias transportadoras, píeres e usinas.

Negócios e empregos

A Vale atualizou o investimento de seu Plano Diretor Ambiental, que passa a ter um valor total estimado de R$ 4,67 bilhões. A atualização se deve principalmente ao avanço no detalhamento dos projetos de engenharia para as soluções propostas, além de novos estudos voltados para a gestão hídrica e por custos extras relacionados ao cenário da pandemia, como por exemplo a revisão de contratos, aumento do custo de insumos, entre outros.

Até agora, já foram assinados cerca de R$ 1,4 bilhão em contratos e outros R$ 340 milhões estão em contratação. Para este ano, a previsão é de que cerca de 1.800 pessoas atuem no pico das obras. Há oportunidades para profissionais diversos, como engenheiro, oficial polivalente, armador, carpinteiro, mestre de obras, encarregado, eletricista, mecânico, soldador, montador de andaime e encanador industrial, entre outros. Esses profissionais estão sendo contratados pelas empresas responsáveis pelas obras ao longo do ano.

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Por: Elaine Vieira e Carla Nascimento

 

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