Estado anuncia concurso com 600 vagas para policial penal e salário de R$ 5,3 mil
Concurso público oferece 600 vagas para policial penal com salário de R$ 5.317 e edital previsto para junho de 2025.

Estado anuncia concurso com 600 vagas para policial penal e salário de R$ 5,3 mil
O concurso público promovido pelo Governo do Estado está com 600 vagas abertas para o cargo de policial penal, com salário inicial de R$ 5.317. A Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) organiza o processo, com edital previsto para junho de 2025. A iniciativa visa preencher vagas essenciais no sistema prisional local, oferecendo estabilidade e benefícios aos aprovados.
Necessidade e gestão do concurso público
O sistema prisional do Estado enfrenta a necessidade de ocupar vagas cruciais para o bom funcionamento das unidades. Por isso, o Governo do Estado lançou um concurso público com 600 posições destinadas a profissionais de nível médio.
Essa demanda é importante para manter a segurança e a ordem dentro dos presídios. O novo certame está sob responsabilidade da Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), que organiza todo o processo seletivo.
Reforçar o quadro de servidores é fundamental para garantir um sistema prisional mais eficiente e seguro, atendendo às exigências do serviço público estadual. O concurso visa, portanto, suprir essa carência de forma estruturada.
Detalhes da oferta e etapas do certame
O concurso público oferece 600 vagas para o cargo de policial penal, profissão que antes era conhecida como agente penitenciário. A exigência básica para os interessados é possuir o ensino médio completo.
O salário inicial é de R$ 5.317, valor que já inclui um auxílio-alimentação de R$ 600. A carga de trabalho semanal prevista é de 40 horas, dentro do regime estatutário, assegurando estabilidade ao servidor.
O edital para inscrição deve ser lançado entre maio e junho de 2025, com inscrições previstas para ocorrer em junho e julho do mesmo ano. A previsão foi confirmada pelo Governo do Espírito Santo.
O processo seletivo deverá repetir o modelo anterior, que compreende provas objetivas, redação, teste de aptidão física, exame psicotécnico, avaliação médica, além de etapas específicas como investigação social e a heteroidentificação para os candidatos negros.
Depois dessas etapas, os aprovados passarão por um curso de formação na área penal, essencial para o exercício das funções relacionadas à segurança prisional e à reintegração social dos detentos.

