Majeski cobra tramitação do projeto da nova Política de Qualidade do Ar

Proposta está sem movimentação desde agosto de 2021.

Por Wendon Santos Almeida

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Rede Integrada de Segurança da Serra

Por Léo Júnior

O deputado estadual Sergio Majeski (PSDB) cobrou na sessão ordinária de segunda-feira, dia 9, que o Projeto de Lei (PL-328/2020) volte a tramitar na Assembleia Legislativa Estadual (Ales). Apresentada em junho de 2020, a proposta estabelece Políticas, Normas e Diretrizes de Proteção da Qualidade do Ar Atmosférico no âmbito do estado do Espírito Santo.

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Parlamentar apresentou 25 emendas para a inclusão de critérios técnicos de acordo com normas da Organização Mundial da Saúde – Foto: Ana Salles

Mesmo com requerimento de urgência protocolado ainda no mês em que a proposta foi apresentada, PL está sem tramitação desde agosto de 2021, parado na Mesa Diretora.

“Um ano e meio e um projeto tão importante segue paralisado. Apresentamos um conjunto de emendas e outros deputados também. Ou seja, a proposta já é de conhecimento de todos. Já passou da hora desse projeto seguir a tramitação”, destaca Majeski.

Desde o início da tramitação, os deputados estaduais apresentaram mais de 50 emendas ao texto original. Somente Majeski apresentou 25, que foram elaboradas em conjunto com a ONG Juntos SOS ES Ambiental, com a intenção de incluir critérios técnicos, democráticos e transparentes, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama).

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Os destaques ficam por conta da elaboração de plano estratégico com diretrizes e ações definidas que devem levar em consideração limites máximos de emissão vigentes; a contratação de instituições especializadas na identificação de fontes emissoras e que seja mantido o respeito aos limites de valor utilizados na elaboração do Estudo de Impacto Ambiental, atendendo às recomendações da OMS e do Conama para os parâmetros de qualidade do ar; a participação da sociedade civil nos processos de planejamento e decisão; o atendimento ao artigo 186 da Constituição Estadual e a garantia do amplo acesso às informações sobre as fontes e causas da poluição e da degradação ambiental e que qualquer empresa que tiver interesse em benefícios oriundos do Governo deverá comprovar que está em dia com a sociedade e com os termos legais.

A nova Política da Qualidade do Ar será gerenciada pela Seama e terá o Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos como órgão executor.

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