Festa em Rio Novo do Sul fortalece cadeia produtiva do palmito juçara

A 1ª Festa do Palmito Juçara acontece de 13 a 15 de maio, com uma programação variada que inclui diversas atividades.

Por Adwalter Brunow

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Por Claudio Figueiredo

 

De suavemente doce a amargo, o palmito, em todas as suas variedades, agrega sabor e valor a inúmeros pratos da gastronomia brasileira e também mundial.  Durante a Semana Santa, em todos os municípios do estado do Espírito Santo, o palmito foi muito consumido junto com o prato mais tradicional da ocasião: a torta capixaba. Mas a capital estadual do palmito, pelo menos no período de 13 a 15 de maio, será o município de Rio Novo do Sul, onde acontece a 1ª Festa da Palmeira Juçara.

festa em rio novo do sul fortalece cadeia produtiva do palmito jucara 3

 

Com este evento, Rio Novo – maior produtor capixaba de palmito juçara -, mostra suas potencialidades e fortalece sua cadeia produtiva no agro do Estado. A programação da festa envolve oficinas, caminhadas, plantio de mudas de palmeira e muitos pratos para degustação pública. A 1ª Festa da Palmeira Juçara terá como palco na Praça Áureo Viana, no centro da cidade.

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Apoio de Evair vai além da festa

O palmito é um ingrediente muito utilizado na gastronomia brasileira – e também mundial – e das três mil espécies de palmeiras conhecidas no planeta, 390 ocorrem no Brasil. Por isso, para estimular o cultivo sustentável de palmáceas no País e no Espírito Santo, o deputado federal Evair de Melo, presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo, apresentou o Projeto de Lei 3567/15 que institui a Política Nacional para o Manejo Sustentável e Plantio das Palmeiras do Açaí, da Juçara e das demais espécies de interesse econômico, integrantes da família das palmáceas.

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O projeto está em análise na Câmara e propõe diversas medidas que buscam desenvolver, financiar e modernizar a cultura de palmáceas no país, incentivar o aumento da produtividade e do cultivo do palmito, estimular a produção, o aproveitamento industrial, a comercialização, a exportação, a abertura de novos mercados para produtos derivados e elevar a qualidade de vida dos trabalhadores do setor.

“Não é por acaso que a família das palmáceas é considerada, sob o ponto de vista econômico, social e ecológico, como uma das mais importantes do reino vegetal, no Brasil, sobretudo para as populações tradicionais. Nosso projeto inclui a certificação de origem e de qualidade dos produtos destinados à comercialização; a oferta e crédito rural sob condições favorecidas, em especial no que se refere a taxas de juros e prazos de pagamento; assistência técnica durante o ciclo produtivo das culturas e nas fases de transformação e de comercialização; e sustentação de preços no mercado interno”, explicou Evair

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