Fábio e Martinelli elogiam elenco e mescla após vitória na Libertadores

Dupla foi destaque no triunfo sobre o Millonarios-COL em Bogotá

Por Redação Jornal da Serra

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Quando Martinelli nasceu, Fábio já jogava futebol profissionalmente. Quis o destino, porém, que os caminhos dos dois se cruzassem no Fluminense neste 2022. A dupla foi destaque na importante vitória de virada do Time de Guerreiros sobre o Millonarios-COL, nesta terça-feira (22/02), em Bogotá, que colocou o Tricolor em vantagem na luta por uma vaga na terceira fase da Libertadores. Enquanto o goleiro defendeu um pênalti quando a partida ainda ainda estava empatada, o Moleque de Xerém iniciou a jogada do gol que colocou números finais ao jogo, com uma enfiada de bola cinematográfica para Luiz Henrique. Para os dois, que estão separados por 21 anos de diferença, o resultado mostra que a equipe está no caminho certo.

“Foi um momento importante. Temos que ressaltar toda a dificuldade que a gente enfrentou, principalmente no início, com altitude e o gramado diferente do que a gente treinou. Então, a gente teve que se adaptar dentro do jogo, com estádio lotado e toda a dificuldade que Libertadores oferece. É importante a valorização do nosso grupo, pois todos que entraram contribuíram com um grande futebol e construíram oportunidades que poderiam nos ter feito sair com um resultado até melhor. Mas tudo tem o momento certo, o resultado foi importante, foi o primeiro passo e todo mundo está de parabéns pela dedicação, pela entrega, sempre honrado a camisa do Fluminense”, declarou o goleiro.

Fábio fez apenas sua quarta partida com a armadura tricolor e já caiu nas graças da torcida, principalmente após defender um pênalti decisivo. O camisa 12, cada vez mais adaptado ao novo clube, fez questão de tecer rasgados elogios à formação de jovens talentos nas categorias de base do Fluminense em Xerém, que têm Martinelli como um expoente.

Fábio e Martinelli elogiam elenco e mescla após vitória na Libertadores

Fotos: Lucas Merçon e Mailson Santana/FFC

“A preparação, com a qualidade individual de cada um, favorece o conjunto do Fluminense hoje, independentemente da idade. Os meninos que estão aí têm um potencial acima da média e uma cabeça muito boa, o que é crucial para a sequência de uma carreira de vitórias e conquistas. O Fluminense está de parabéns por esses meninos, pela qualidade que eles têm. Desde o meu primeiro treino aqui eu vi que era diferenciada a categoria de base e os meninos que já estão no profissional. Hoje eles têm a oportunidade de jogar uma competição importante, com pressão, e ainda assim resolver. Então estamos muito satisfeitos com o plantel e com os meninos. Todo mundo de parabéns”, elogiou o camisa 12.

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Para Martinelli, atuar ao lado de grandes nomes do futebol brasileiro é um privilégio. O garoto de apenas 21 anos de idade comemorou mais um resultado positivo na temporada — foi a oitava vitória consecutiva do Fluminense — e agradeceu os aprendizados que recebe diariamente no convívio com seus ídolos no CT Carlos Castilho.

“Acho que é muito importante essa mescla no time, porque dá uma tranquilidade para os mais jovens. E eles passam muita confiança. Mas, independentemente da idade, a gente sabe que a responsabilidade é a mesma, pois quando entramos em campo todos têm que defender as cores do Fluminense. No dia a dia, eles, Felipe Melo, David Braz, Fábio, todos falam muito com a gente, os mais novos, e isso ajuda muito para nossa confiança para seguir trabalhando, sempre aprendendo novas coisas e evoluindo, pois ainda temos uma carreira muito grande pela frente”, destacou o volante.

No confronto desta terça, na Colômbia, Martinelli entrou no segundo tempo e, na avaliação do técnico Abel Braga, “mudou a partida”. O camisa 38, além de todas as outras jogadas, se destacou com duas lindas enfiadas em profundidade. Em uma delas, Luiz Henrique entrou cara a cara com o goleiro e rolou para Germán Cano, que só teve o trabalho de empurrar para o fundo das redes. Os lances foram típicos de um meia articulador de jogadas.

“Quando entrei no jogo eu falei com o André para ficar mais preso como primeiro volante e que eu e Ganso ficaríamos mais à frente. Graças a Deus consegui me movimentar bem no meio com eles, que criaram espaço, e acabei conseguindo fazer as enfiadas de bola para o Luiz. Que bom que deu tudo certo e a gente conseguiu virar o jogo”, contou o camisa 38.

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Texto: Comunicação/FFC

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